O conselheiro alegava que o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, teria desrespeitado o estatuto ao convocar a reunião sem garantir o prazo de defesa e sem o parecer final da comissão de ética.
Mas a magistrada foi firme: classificou a ação como uma tentativa de burlar o andamento regular dos processos internos do clube e criticou o uso do Judiciário em disputas políticas de um clube de futebol. Segundo ela, não havia urgência nem relevância social no caso.
A defesa de Miguel recorreu, dizendo que a decisão foi incongruente e que a votação agrava a crise no clube. O recurso ainda não foi julgado.
Enquanto isso, Augusto Melo segue afastado, e Osmar Stabile permanece como presidente interino.